Ontem, dia 19 de setembro, Participei de uma oficina com o mvmob, com o objetivo de criar um video, som, ou coisa do gênero utilizando celulares com camera.
Abaixo posto o video do trabalho que fizemos.
domingo, 19 de setembro de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
Pesquisas... Mais mitologia!
Passando por vários obstáculos e fazendo loooongas pesquisas e leituras, encontrei tragédias gregas. Uma, em especial, me interessou muito. É a versão traduzida por J. B. de Mello e Souza da tragédia "HIPÓLITO Eurípedes". Clique aqui para visualizar os 5 atos de HIPÓLITO - Eurípedes.
Encontrei também nessa minha jornada, alguns vídeos de improviso dessa tragédia e estou postando as duas partes do trabalho feito pela escola de atores abaixo:
Encontrei também nessa minha jornada, alguns vídeos de improviso dessa tragédia e estou postando as duas partes do trabalho feito pela escola de atores abaixo:
Mitologia
U can tell jesus, that the b#tch is back.
:D
Depois de tempos sem postar estou aqui de volta para falar um pouco sobre mitologia e em que as minhas pesquisas tiveram um enfoque. Eu sempre me interessei por mitologia e quando soube que seria o tema do espetáculo fiquei alvoroçado. *--*
De toda a histórias mitológicas, eu tenho uma enorme preferência pelas mais macabras, o que veio a me fazer pesquisar sobre as Górgonas, as Moiras e as Eríneas. Abaixo posto uma parte da pesquisa que fiz em relação a elas.
As Górgonas, As Moiras e as Eríneas…
Górgonas (Geralmente todos falam mais da Medusa e erroneamente a chamam de Górgona como se elas fossem a mesma coisa e apenas uma criatura. Mas a Medusa era apenas uma das três criaturas conhecidas como As Górgonas). A Medusa sempre foi uma criatura que sempre me deixou bastante intrigada, a história da Medusa é bem bacana… apesar de muita gente não contar a história toda, a maioria da galera apenas cita que ela foi morta por Perseu para que ele pudesse, usando a sua cabeça matar um titã e assim salvar sua amada Andrômeda… mas como a Medusa se tornou a criatura horrenda, cheia de cobras na cabeça e olhar petrificante? Essa parte da história geralmente é deixada de lado e a Medusa é mera coadjuvante na história de amor de Perseu e Andrômeda.
A Górgona era uma criatura mitológica, uma mulher em forma de monstro, com dentes afiados e centenas de serpentes como cabelos. Tinha o poder de transformar todos que olhassem para ela em pedra, o que fazia com que, muitas vezes, imagens suas fossem utilizadas como uma forma de amuleto. A górgona também vestia um cinto de serpentes entrelaçadas.
A mitologia grega tem diversas versões, uma delas diz que existiam três górgonas: as três filhas de Fórcis e Ceto. Seus nomes eram Medusa, "a impetuosa", Esteno, "a que oprime" e Euríale, "a que está ao largo". Como a mãe, as górgonas eram extremamente belas e seus cabelos eram invejáveis; todavia, eram desregradas e sem escrúpulos. Isso causou a irritação dos demais deuses, principalmente de Atena, a deusa da sabedoria, que admirou-se de ver que a beleza das górgonas as fazia exatamente idênticas a ela.
Atena então, para não permitir que deusas iguais a ela mostrassem um comportamento maligno, tão diferente do seu, deformou-lhes a aparência, determinada a diferenciar-se. Atena transformou os belos cachos das irmãs em ninhos de serpentes letais e violentas, que picavam suas faces. Transformou seus belos dentes em presas de javalis, e fez com que seus pés e mãos macias se tornassem em bronze frio e pesado. Cobrindo suas peles com escamas douradas e para terminar,Atena condenou-as a transformar em pedra tudo aquilo que pudesse contemplar seus olhos. Assim, o belo olhar das górgonas se transformou em algo perigoso.
Em outras versões, somente Medusa tinha os cabelos de serpentes, suas irmãs eram cegas e para enxergar, partilhavam o mesmo olho. E essa lenda também é usada algumas vezes para descrever as Fúrias ou ainda as Moiras (também conhecidas como Destinos). Envergonhadas e desesperadas por seu infortúnio, as górgonas fugiram para o Ocidente, e se esconderem na Ciméria (possívelmente onde hoje fica a Costa do Mar Negro) conhecido como "o país da noite eterna".
Mas as Fúrias (ou Erínias) e as Moiras são criaturas totalmente diversas das Górgonas... então vamos aqui fazer uma pausa para explicar quem eram essas criaturas…
As Fúrias, eram personificações da vingança. Enquanto Nemesis punia os deuses, as Erínias puniam os mortais. Eram Tisífone (Castigo), Megera (Rancor) e Alecto (Interminável).Viviam nas profundezas do tártaro, onde torturavam as almas pecadoras julgadas por Hades e Perséfone. Nasceram das gotas do sangue que caíram sobre Gaia quando o deus Urano foi castrado por Cronos. Pavorosas, possuíam asas de morcego e cabelo de serpente (talvez daí a confusão com as górgonas). Mas ao contrário das Górgonas que eram belas, as fúrias jás nasceram horrendas e malévolas.
São elas:
Alecto, eternamente encolerizada. Encarrega-se de castigar os delitos morais como a ira, a cólera, a soberba, etc. Tem um papel muito similar ao da Deusa Nêmesis, com diferença de que esta se ocupa do referente aos deuses, Alecto tem uma dimensão mais "terrena". Alecto é a Erínia que espalha pestes e maldições. Seguia o infractor sem parar, ameaçando-o com fachos acesos, não o deixando dormir em paz.
Megaira, que personifica o rancor, a inveja, a cobiça e o ciúme. Castiga principalmente os delitos contra o matrimônio, em especial a infidelidade. É a Erínia que persegue com a maior sanha, fazendo a vítima fugir eternamente.Terceira das fúrias de Ésquilo, grita ininterruptamente nos ouvidos do criminoso, lembrando-lhe das faltas que cometera.
Tisífone, a vingadora dos assassinatos (patricídio, fratricídio, homicídio…). É a Erínia que açoita os culpados e enlouquece-os (Deve ter sido essa que castigou a Xena).
As Erínias são divindades ctónicas presentes desde as origens do mundo, e apesar de terem poder sobre os deuses, não estando submetidas à autoridade de Zeus, vivem às margens do Olimpo, graças à rejeição natural que os deuses sentem por elas (e é com pesar que as toleram, pois devem fazê-lo). Por outro lado, os homens têm-lhe pânico, e fogem delas. Esta marginalidade e a sua necessidade de reconhecimento são o que, segundo conta Ésquilo, as Erínias acabam aceitando o veredicto de Atena, passando mesmo por cima da sua inesgotável sede de vingança. Eram forças primitivas da natureza que actuavam como vingadoras do crime, reclamando com insistência o sangue parental derramado, só se satisfazendo com a morte violenta do homicida. Porém, posto que o castigo final dos crimes é um poder que não corresponde aos homens (por mais horríveis que sejam), estas três irmãs se encarregavam do castigo dos criminosos, perseguindo-os incansavelmente até mesmo no mundo dos mortos, pois seu campo de acção não tem limites. As Erínias são convocadas pela maldição lançada por alguém que clama vingança. São deusas justas, porém implacáveis, e não se deixam abrandar por sacrifícios nem suplícios de nenhum tipo. Não levam em conta atenuantes e castigam toda ofensa contra a sociedade e a natureza, como por exemplo, o perjúrio, a violação dos rituais de hospitalidade e, sobretudo, os assassinatos e crimes contra a família. As Erínias são representadas normalmente como mulheres aladas de aspecto terrível, com olhos que escorrem sangue no lugar de lágrimas e madeixas trançadas de serpentes, estando muitas vezes acompanhadas por muitos destes animais.Aparecem sempre empunhando chicotes e tochas acesas, correndo atrás dos infratores dos preceitos morais. Na Antiguidade, sacrificavam-lhes carneiros negros.
Já as Moiras eram as três irmãs que determinavam o destino, tanto dos deuses, quanto dos seres humanos. Eram três mulheres lúgubres, responsáveis por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos. Durante o trabalho, as moiras fazem uso da Roda da Fortuna, que é o tear utilizado para se tecer os fios. As voltas da roda posicionam o fio do indivíduo em sua parte mais privilegiada (o topo) ou em sua parte menos desejável (o fundo), explicando-se assim os períodos de boa ou má sorte de todos. As três deusas decidiam o destino individual dos antigos gregos, e criaram Têmis, Nêmesis e as Erínias. Pertenciam à primeira geração divina (os deuses primordiais), e assim como Nix, eram domadoras de deusas e homens. As moiras eram filhas de Nix. Moira, no singular, era inicialmente o destino. Na Ilíada, representava uma lei que pairava sobre deuses e homens, pois nem Zeus estava autorizado a transgredi-la sem interferir na harmonia cósmica. Na Odisseia aparecem as fiandeiras. O mito grego predominou entre os romanos a tal ponto que os nomes das divindades caíram em desuso. Entre eles eram conhecidas por Parcas chamadas Nona, Décima e Morta, que tinham respectivamente as funções de presidir a gestação e o nascimento, o crescimento e desenvolvimento, e o final da vida; a morte; notar entretanto, que essa regência era apenas sobre os humanos. Os poetas da antiguidade descreviam as moiras como donzelas de aspecto sinistro, de grandes dentes e longas unhas. Nas artes plásticas, ao contrário, aparecem representadas como lindas donzelas.
As Moiras eram:
Cloto que em grego significa "fiar", segurava o fuso e tecia o fio da vida. Junto de Ilítia, Ártemis e Hécata, Cloto atuava como deusa dos nascimentos e partos.
Láquesis que em grego significa "sortear" puxava e enrolava o fio tecido, Láquesis atuava junto com Tique, Pluto, Moros e outros, sorteando o quinhão de atribuições que se ganhava em vida.
Átropos que em grego significa "afastar", ela cortava o fio da vida, Átropos juntamente a Tânatos, Queres e Moros, determinava o fim da vida.
Voltando à Medusa… há ainda uma outra versão ainda da lenda onde a criatura mesmo monstruosa, foi assediada por Poseídon, que amava Atena. Mas zangado com a deusa e querendo vingar-se dela o deus se aproxima da criatura. Para vingar-se também de Atena, Medusa cedeu e Poseídon desposou-a. Após isso, Poseídon fez com que Atena soubesse que ele tivera aquela que era sua semelhante. Atena sentiu-se tão ultrajada que tomou de Medusa sua imortalidade, fazendo-a a única mortal entre as górgonas.
Em outras versões, mais conhecidas e mais apreciadas, a Medusa teria sido originalmente uma bela donzela, "a aspiração ciumenta de muitos pretendentes", sacerdotisa do templo de Atena. Um dia ela teria cedido às investidas do "Senhor dos Mares", Poseídon, e deitado-se com ele no próprio templo da deusa (em determinadas versões Medusa teria sido estuprada por Poseídon e noutras ainda se casado com ele debaixo do nariz de Atena, nessa versão Atena amaldiçoou-a justamente porque quando Medusa ainda era bela, ela e Posseídon se uniram em um templo de Atena, a deusa ficou ultrajada e as amaldiçoou); a deusa então, enfurecida, transformou o belo cabelo da donzela em serpentes, e deixou seu rosto tão horrível de se contemplar que a mera visão dele transformaria todos que o olhassem em pedra.
Mas geralmente essa parte do mito fica obscurecido por conta da forma como Medusa foi morta e pela lenda do amor de Perseu e Andrômeda. Mas isso é uma outra lenda para um outro momento… basta dizer por hora que mais tarde, Perseu, filho de Zeus e da princesa Dânae, contou com a ajuda de Atena para encontrar Medusa e cortar a sua cabeça, com a qual realizou prodígios (matando uma outra criatura) para salvar a Princesa Andrômeda. Pois mesmo depois de morta, a cabeça continuava viva e aquele que a olhasse nos olhos se tornava pedra.
Medusa seria a personificação da corrupção do próprio ego que ao encontrar diante de si mesmo não resiste e sucumbe a própria monstruosidade antes oculta. Esteno personifica a opressão e a dúvida que assolam o espírito ignorante, isto é, sem a Sabedoria (Atena). Euríale personifica aquilo que é desconhecido e sempre é colocado à margem da vida, porque o próprio espírito não aceita.
A figura da Medusa intriga várias areas do conhecimento. Na Psicanálise a Medusa é apresentada como "o supremo talismã, que fornece a imagem da castração - associada na mente da criança à descoberta da sexualidade maternal - e sua negação." Os psicanalistas continuam a fazer esta crítica literária arquetípica até os dias de hoje; Beth Seelig analisa a punição da Medusa a partir do aspecto do crime de ter sido "estuprada" no templo da deusa Atena, no lugar de ter consentido voluntariamente, como um desenvolvimento dos próprios conflitos não-resolvidos da deusa com o seu pai, Zeus.
No Feminismo O semblante da Medusa foi adotado como um símbolo da ira feminina; uma das primeiras publicações a expressar esta ideia foi uma edição de 1978 da publicação Women: A Journal of Liberation, cuja capa mostrava a imagem de uma Górgona, que os editores explicavam que "pode ser um mapa para nos guiar por nossos terrores, pelas profundezas de nossa ira, até a fonte de nosso poder enquanto mulheres." Num artigo de 1986 da revista Women of Power chamado "Ancient Gorgons: A Face for Contemporary Women's Rage," Emily Erwin Culpepper escreveu que "a face da Górgona é a fúria feminina personificada. (E aqui eu me pergunto, seria a imagem da górgona aquilo que o resto do mundo encherga nas mulheres de TPM?) A imagem da Górgona/Medusa foi rapidamente adotada por uma grande quantidade de feministas, que a reconhecem como a face única de sua própria fúria.
(Fonte : http://shaolinda2.spaces.live.com/)
(Fonte : http://shaolinda2.spaces.live.com/)
domingo, 4 de julho de 2010
Meda!
Chegou aquela hora...
Tenho medo de perder minha mãe (sei que ela não viverá para sempre, mas não consigo me imaginar sem ela sem entrar em choque), tenho medo de não conseguir realizar meus objetivos e perceber que tudo que fiz foi em vão, tenho medo de engordar, tenho medo de pular de bunge jump e a corda arrebentar, tenho medo de ser violentado/ assassinado, tenho medo de levar um tiro, tenho medo de que o meu pé cresça (tenho muito medo, pois, se crescer mais eu terei uma dificuldade extrema para comprar sapatos), quando era pequeno, eu tinha medo da menina do exorcista, de ETs, de Satanás, mas ja superei.
...a de expor os meus medos e o que pode se transformar em um monstro que me assombra...
Tenho medo de perder minha mãe (sei que ela não viverá para sempre, mas não consigo me imaginar sem ela sem entrar em choque), tenho medo de não conseguir realizar meus objetivos e perceber que tudo que fiz foi em vão, tenho medo de engordar, tenho medo de pular de bunge jump e a corda arrebentar, tenho medo de ser violentado/ assassinado, tenho medo de levar um tiro, tenho medo de que o meu pé cresça (tenho muito medo, pois, se crescer mais eu terei uma dificuldade extrema para comprar sapatos), quando era pequeno, eu tinha medo da menina do exorcista, de ETs, de Satanás, mas ja superei.quinta-feira, 24 de junho de 2010
(...) a infância de Geraldo Viramundo transcorreu como a de seus irmãos. Como seus irmãos ele comeu terra, botou lombrigas, arrebentou cupim para ver como era dentro, seguiu as formigas para ver aonde iam, misturou açúcar com sal no armazém, furtou garrafa de guaraná e depois mijou dentro botando no lugar para o pai não descobrir, brincou com fogo e mijou na cama, brincou de pegador, tic-tac carambola, este dentro e este fora, matou passarinho com bodoque, enterrou ovo choco e fez fogo em cima para ver se nascia pinto, foi mordido de marimbondo e ficou de cara inchada, amarrou lata vazia em rabo de gato, fez galinha dançar em cima de lata quente, contou com o ovo no rabo da galinha, enfiou o dedo no rabo dela, teve sarampo, catapora, caxumba e coqueluche, pegou sarna para se coçar, correu de boi bravo, botou cigarro na boca de sapo para ele fumar até rebentar, se escondeu na cesta de roupa suja para ver a irmã mais velha tomar banho, quis pegar a irmã mais nova e depois teve remorso, perdeu a virgindade numa cabrita, fugiu de casa e apanhou e por isso tomou a fugir e por isso tomou a apanhar, construiu casinhas de barro, caiu da árvore e se machucou, comeu manga com leite e adoeceu, contou as estrelas do céu e ficou com berrugas, pegou carona em caminhão, aprendeu a ler na escola, fez do travesseiro o corpo da professora teve medo do João Carangola que fugiu da prisão e gostava de menino, assobiou e chupou cana ao mesmo tempo, fumou cigarro de chuchu, fez coleção de favas, foi à missa aos domingos, assistiu fita de T'om Mix, Buck Jones e Carlito no cineminha da cidade, apanhou bicho-de-pé, pisou em urina de cavalo e ficou com mijacão, armou arapuca no mato, jogou futebol com bo- la de meia, teve dor de dente de noite, foi coroinha na igreja, contou quantas vezes fazia coisa feia para se lembrar na confissão, procurou não mastigar a hóstia para que não saísse sangue, fez flautinha de bambu, ficou preso pela piroca num gargalo de garrafa, molhou o pijama de noite e teve medo de estar doente, ficou com pedra na maminha e perguntou à mãe o que era, se apaixonou pela filha mais velha dos italianos do empório, tirou o cavalinho da chuva, pensou na morte da bezerra, chorou escondido, teve medo, descobriu que o céu era imenso, teve vontade de morrer, ficou acordado de madrugada ouvindo o galo cantar sem saber onde, sentiu dores nos culhões, comeu a negra Adelaide e virou homem.(...)
Trecho de "O grande Metecapto" de Fernando Sabino
É em cima da saga desse herói que estamos trabalhando...
Um herói que teve a infancia como a de qualquer criança de sua época e, sem poderes especiais fez coisas que vão do absurdo ao incrível.
Estou amando LITROS trabalhar com a saga desse herói.
"Um herói não é marcado pelos seus poderes especiais, mas sim pelo que se empenha em fazer sendo uma pessoa comum"
Matheus Passos
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Show do Skank!
Essa notícia é mais para os fãs ou simpatizantes do grupo mineiro Skank. Ou, para os que querem se manter informados sobre as lendárias bandas que ainda estão em atividade tentando continuar seu legado musical.
O mais triste é que os ingressos do servas e da Coca-cola já se esgotaram (Eu garanti o meu 666').
Esse show promete LITROS
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Musica
Esse blog é totalmente voltado para a arte. *--*
Já que é assim, não posso deixar de fora Amy Winehouse, que relembra jazz e blues . Com sua voz grave, seu jeito, e seu cabelo, conquistou milhares de fãs por todo o mundo (eu sou um deles suahusahaus'). Uma música dela que deve ser ressaltada é "You Know, I'm no good", que me lembra certos acontecimentos da minha vida e me toca.
Já que é assim, não posso deixar de fora Amy Winehouse, que relembra jazz e blues . Com sua voz grave, seu jeito, e seu cabelo, conquistou milhares de fãs por todo o mundo (eu sou um deles suahusahaus'). Uma música dela que deve ser ressaltada é "You Know, I'm no good", que me lembra certos acontecimentos da minha vida e me toca.
Olá pessoas,
Primeira postagem no blog...
Vou começar falando sobre um filme que assisti hoje.
Vou começar falando sobre um filme que assisti hoje.
Stardust - O mistério da estrela.

Titulo original: (Stardust)
Lançamento: 2007 (EUA) (Inglaterra)
Direção: Matthew Vaughn
Atores: Charlie Cox , Claire Danes , Robert de Niro , Sienna Miler , Michelle Pfeiffer
Duração: 127 min
Gênero: Aventura
O filme conta a história de Tristan (Charlie Cox), um jovem que tenta conquistar o amor de Victoria (Sienna Miller) uma mulher fria e oportunista. O jovem inicia uma jornada onde o objetivo é de encontrar uma estrela cadente, que também é o objetivo dos filhos do rei e da feiticeira Lammia (Michelle Pfeiffer). Tristan encontrará muitos desafios e aprenderá muito com essa jornada.
Recomendo esse filme LITROS! ;P
Pessoas, por agora é só...
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